Ângelo Edval Roman (Ed)
A escolha das motos feita pelo Neto e pelo Ralf foi racional. O Neto pegou uma Harley Road King igual à dele, que já era conhecida, moto poderosa, ágil e que ele domina bem.
A escolha das motos feita pelo Neto e pelo Ralf foi racional. O Neto pegou uma Harley Road King igual à dele, que já era conhecida, moto poderosa, ágil e que ele domina bem.
O Ralf,
que tem uma BMW, quis uma que fosse confortável para duas pessoas. Em metade do
trajeto ele teria a Fabiana na garupa pra atravessar o deserto. Pegou uma
Harley Electra.
Eu não
usei a razão. Saí da tradicional Harley. Quis uma que só conhecia por imagens:
uma Indian Roadmaster. A que eu tenho em casa é uma Suzuki Boulevard.
A Indian, com seus 2,66 de comprimento e 406 kg,
é companheirona. Com dois porta-luvas, computador de bordo, som de rádio
ou por aparelho ligado via USB ou bluetooth, aquecimento nos assentos e nas manoplas (para o frio), piloto automático, para-brisa com ajuste elétrico e outros
confortos.
Os quatro alto-falantes produziam um som
fabuloso, de 200 watts. Eu sempre achei que som em moto só daria pra
ouvir bem com ela parada. Que nada! A disposição dos dois alto-falantes
na carenagem dianteira e dos dois na traseira permitiam audição
tranquila. Quando se acelera, o som aumenta automaticamente por causa do
barulho do motor.
Tenho hérnia de disco e estava preocupado. Não tive nada. O
Pilates que faço regularmente num programa feito pela instrutora e a minha
filha fisioterapeuta me permite viver quase como se não tivesse nada na coluna.
Basta pequenos cuidados... e as aulas de Pilates.
Eu e o Neto trocamos de moto algumas vezes.
Gostei muito de ambas. Com a Harley, por não ter carenagem, as pernas esquentam
menos no deserto. O ar, mesmo muito quente, é menos do que o calor do motor
trabalhando naquela situação. Na estrada é um avião. Na cidade, é melhor, por
ser menor e mais leve. Tem um motor 1.5, potente e ágil. Na estrada, o motor
1.8 da Indian compensa os 60 quilos a mais de peso do que a Harley.
O consumo é parecido. Só que a Indian usa gasolina premium, mais
cara.
Não tivemos qualquer problema com as máquinas.
Não sei como suportam o calor do deserto. Um probleminha, que não diz respeito
a funcionamento, foi que entregaram a moto do Neto só com meio tanque de
combustível. Descuido da loja. Ele viu isso quando já estávamos viajando.
Assustamos, mas deu pra abastecer na estrada.
A Indian Roadmaster está chegando ao Brasil, acessível a poucos: 115 mil reais.
Nossa, ainda tens a boulevar 1500, que legal!
ResponderExcluirA RK é não é 1700? A minha já era. Realmente a Indiam não vale isto tudo.
Mas, mudando de assunto, como posso ter acesso a este poderoso pen drive do Neto?
Abs.
Carlos
Carlos, vou rever a informação. Pelo que vi a Electra tem 1690 vc e a Road 1584.
ExcluirQuanto às músicas, estão num Ipod. Possíveis de serem copiadas. Tem muito rock e MPB.
Abraço