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quinta-feira, 30 de junho de 2016

13) "POUSADA" EM MARIPOSA

Neto


Ao sairmos da exuberante paisagem em Yosemite, seguimos para uma cidade chamada Mariposa





Um dia antes já havíamos reservado hotel por lá. Chegamos por volta das 17 horas. Uma cidadezinha muito bacana. Fomos bem atendidos por um casal de indianos proprietários do hotel..
 


Logo vi que tinha uma piscininha e que dava ainda tempo de tomar um sol e mergulhar um pouco até o anoitecer.

Pedimos indicação de um restaurante local. A uma quadra do hotel estava a surpresa: Charles Street Dinner House. Um lugar muito aconchegante e de primeiríssima qualidade. Como a indicação foi do hotel, tínhamos direito a sobremesa na faixa. 

Pedimos um steak que foi uma unanimidade em gostosura. Confesso que foi um dos melhores que já comi em toda minha vida. Acompanhado de uma cerveja local gelada. 





Voltamos pro hotel e capotamos. Decidimos na mesma noite para onde iríamos no outro dia. A paixão por cervejas foi a razão da escolha, porém, não foi conforme esperávamos...

quarta-feira, 29 de junho de 2016

12) CONTRASTES

Ângelo Edval Roman

Hoje o Neto me perguntou o que mais tinha me impressionado nos quatro dias de viagem.

Difícil responder, pois muitas coisas me impressionaram. Mas eu falei o que me veio na hora, sem pensar: (1) a beleza que vi na feiura, fornalha e imensidão do deserto Mojave e (2) a beleza natural de Yosemite. Esse contraste é lindo.

(1) O DESERTO: interessante que,  parado naquele calor infernal, tive uma sensação muito ruim, fiquei ofegante. Andando  na moto, sentia apenas o calor. Andar, sim. Parar, não. Afinal, não existe sombra nem lugar pra descansar. Fotos, poucas.

Atravessamos a fronteira de Nevada com Califórnia, andamos ainda no deserto até o Ralf dar sinal de que iríamos virar à esquerda. Primeiro cruzamento que vimos desde a saída de Las Vegas.

A paisagem californiana é muito bonita. Voltamos a ver vegetação verde. Fomos até Big Pine e abastecemos as motos. Foi no posto que eu perdi a chave da moto do Neto.



 Pra ficar com as mãos livres pra abastecer, pus  as chaves no parapeito da janela. O dono do posto viu, logo depois, não sabia de quem era e guardou. Sufoco danado. O Neto foi ver se tinham achado e lá estava.




Tínhamos trocado de moto na divisa Nevada-Califórnia.



(2) YOSEMITE : chegamos no parque. Cada metro dele é cheio de  beleza natural. Parávamos a cada pouco para apreciar.



Andando no meio de montanhas e florestas. Céu limpo, temperatura agradável. Não se vê lixo na estrada, nos mirantes, nas paradas. Nenhum. Tudo bem cuidado, o que, aliás, não basta. Não tem lixo porque as pessoas não jogam. Não é que tenha alguém constantemente limpando.


E a extensão do parque é grande. Tem 3100 km2, 1300 km de trilhas e 560 km de estrada. Garis sozinhos não conseguem manter tudo limpo o tempo todo.


Dedo quis participar da paisagem