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quarta-feira, 27 de julho de 2016

22) INDIAN E HARLEY

Ângelo Edval Roman (Ed)





A escolha das motos feita pelo Neto e pelo Ralf foi racional. O Neto pegou uma Harley Road King igual à dele, que já era conhecida, moto poderosa,  ágil e que ele domina bem.








O Ralf, que tem uma BMW, quis uma que fosse confortável para duas pessoas. Em metade do trajeto ele teria a Fabiana na garupa pra atravessar o deserto. Pegou uma Harley Electra.








Eu não usei a razão. Saí da tradicional Harley. Quis uma que só conhecia por imagens: uma Indian Roadmaster. A que eu tenho em casa é uma Suzuki Boulevard.

A Indian, com seus 2,66 de comprimento e 406 kg,  é companheirona. Com dois porta-luvas, computador de bordo, som de rádio ou por aparelho ligado via USB ou bluetooth, aquecimento nos assentos e nas manoplas (para o frio), piloto automático, para-brisa com ajuste elétrico e outros confortos.


Os quatro alto-falantes produziam um som fabuloso, de 200 watts.  Eu sempre achei que som em moto só daria pra ouvir bem com ela parada.  Que nada! A disposição dos dois alto-falantes na  carenagem dianteira e dos dois na traseira permitiam audição  tranquila.  Quando se acelera, o som aumenta automaticamente por causa do barulho do motor.

Cruzar o deserto ou os lagos e montanhas ouvindo Beatles,  Rolling Stones, ou um  chorinho pelo Ipod do Neto, carregado de boas músicas, é muito bom! Viajo na estrada, na paisagem, no pensamento, na música, no vento resistindo ao meu  corpo.

Tenho hérnia de disco e estava preocupado. Não tive nada. O Pilates que faço regularmente num programa feito pela instrutora e a minha filha fisioterapeuta me permite viver quase como se não tivesse nada na coluna. Basta pequenos cuidados... e as aulas de Pilates.

Eu e o Neto trocamos de moto algumas vezes. Gostei muito de ambas. Com a Harley, por não ter carenagem, as pernas esquentam menos no deserto. O ar, mesmo muito quente, é menos do que o calor do motor trabalhando naquela situação. Na estrada é um avião. Na cidade, é melhor, por ser menor e mais leve. Tem um motor 1.5, potente e ágil. Na estrada, o motor 1.8 da Indian compensa os 60 quilos a mais de peso do que a Harley.



O consumo é parecido. Só que a Indian usa gasolina premium, mais cara.

O piloto automático, que ambas têm, ajuda muito em longas distâncias. Com ele ligado,a mão direita descansa. Isso é muito bom para trajetos longos. As boas estradas contribuem para se poder usar o piloto automático. A minha Suzuki não tem piloto automático.










A mão direita está o tempo todo em ação: acelerador, freio dianteiro, partida. Na Indian, mais pisca direito e controle do piloto automático. Na Harley, os dois piscas e o piloto automático ficam  na esquerda.

Não tivemos qualquer problema com as máquinas. Não sei como suportam o calor do deserto. Um probleminha, que não diz respeito a funcionamento, foi que entregaram a moto do Neto só com meio tanque de combustível. Descuido da loja. Ele viu isso quando já estávamos viajando. Assustamos, mas deu pra abastecer na estrada.

A Indian Roadmaster está chegando ao Brasil, acessível a poucos: 115 mil reais.







sexta-feira, 22 de julho de 2016

21) THE GHOST TOWN


Neto









De volta ao calor do deserto, um dos destinos mais legais foi Calico, no condado de San Bernardino, Califórnia. Uma minicidade, com uma mina de prata, que há mais de 100 anos esteve em atividade e agora restaram somente vestígios que foram restaurados e a pequena Ghost Town tornou-se um ponto turístico obrigatório.





Um cenário típico do Velho Oeste. Fachadas únicas de saloon, restaurantes, bares, a antiga delegacia, igreja, a mina de prata, tudo restaurado para que os turistas viajem no tempo e se divirtam na pequena cidade. Foi fundada em 1881, em pleno deserto Mojave.




Ao redor, uma cadeia de montanhas e a temperatura de 45 graus na sombra. Mas a gente esquece isso. De cada construção tirava uma foto. Os antigos estabelecimentos hoje são ocupados por lojas que vendem lembranças da região.
Um antigo restaurante abriga uma lanchonete típica dos americanos, servindo chope gelado e hambúrguer tradicional. Um piano enfeita o ambiente. Pedi até pra garçonete se podíamos dar uma palhinha. Tocamos eu, Fabiana e meu pai, que até  foi aplaudido depois de executar um número ao piano. Divertidíssimo!

O Ralf e a Fabiana comeram um lanche e partiram antes de nós a caminho de Kingman. Eu e meu pai ficamos mais um tempo lá, tirando fotos e conhecendo a enigmática e elegante Calico.






Queríamos também parar em qualquer lugar que achássemos bonito ou curioso.

Marcamos encontro em Kingman.


















domingo, 17 de julho de 2016

20) FINALMENTE, A 66!


Ralf

O plano inicial era de seguirmos direto do Pier de Santa Monica (final histórico da Route 66), em direção ao Grand Canyon. Acabamos desistindo, devido ao trânsito intenso na região de Los Angeles. São Bernardino foi a segunda opção; sabíamos que fazia parte do roteiro da famosa estrada. Acontece que chegamos lá, e nada... nenhuma plaquinha, nenhuma indicação. Pior, o GPS não aceitava nenhum destino que incluísse US 66. Como “condutor” da turma, eu já começava a achar que a “vaca tinha ido pro brejo”.

À noite, no hotel, pesquisando na internet, achei um “Route 66 Museum”, em Victorville – CA, 50 milhas ao norte de San Bernardino. E melhor, o endereço do museu era na Route 66!


No outro dia cedo rumamos direto pra lá. Deu certo! Lugar bem bacana, pequeno, ponto de encontro de motociclistas. Como em vários museus americanos os guias e funcionários eram senhores e senhoras aposentados. Após uma breve explicação sobre o museu, o nosso guia nos mostrou por onde devíamos rodar num mapa da estrada. Disse também que na Califórnia a Route 66 tem vários outros nomes e trechos mal conservados, mas que no Arizona tudo seria mais fácil.


Confesso que as primeiras milhas rodadas na “CA-66” foram de prazer, mas principalmente de alívio! Objetivo cumprido! Estávamos na icônica estrada e nada me desviaria da rota... Até que o Neto falou de uma tal de Calico, que não poderíamos deixar de conhecer.

quinta-feira, 14 de julho de 2016

19) POR QUE MOTO?





Ralf

Essa viagem foi um sonho. Passamos por vários lugares únicos e lindos. Seria muito legal fazer o mesmo roteiro de carro. Por que então fomos de moto?

Tenho motos há 20 anos. Tive quatro diferentes nesse período. Três “bikes” (motos de corrida para usar também na rua) e agora uma big trail. Nunca tinha andado de Harley mais do que uma volta na quadra.



O senso comum associa moto a perigo, a risco, a acidentes terríveis, à morte. Como ortopedista e traumatologista, passei boa parte da vida atendendo “motoqueiros”- tratando de suas fraturas, suas sequelas.
Mas pra mim moto não tem nada a ver com morte. Pelo contrário. Pilotando uma moto me sinto mais vivo do que nunca. Uso todo o meu corpo para mudar de direção, freiar, acelerar. Os sentidos ficam mais aguçados : olho com mais atenção,  escuto o motor e o que acontece ao meu redor, cheiro os lugares por onde passo, sinto o calor, o vento, o frio (nunca vou me esquecer do cheiro de Yosemite Park, do calor do Deserto de Mohave, do vento que me obrigou a andar “de lado” durante quase 100 quilômetros no Altiplano entre Argentina e Chile quando fui ao Atacama...). Pra mim, moto é vida! É viver a viagem com intensidade, é sentir a estrada e cada lugar por onde passo.



Além disso, a moto agrega pessoas que dividem o mesmo sonho. Quando passamos por outras motos na estrada, nos cumprimentamos; quando encontramos algum outro motociclusta, parece que somos amigos de longa data. Quando paramos para abastecer ou comer, crianças cutucam seus pais para ver as motos; pessoas pedem para tirar fotos como se fossem elas pilotando...
É difícil explicar essas sensações pra quem nunca pilotou uma moto...  Mas, de moto é bem melhor!!!




quarta-feira, 6 de julho de 2016

18) DE VOLTA AO DESERTO


Ângelo Edval Roman



Los Angeles talvez seja uma cidade bonita, mas as duas horas pra chegar ao hotel, a menos de 20 km, parando muito e andando pouco, nos desanimou a sair pra conhecê-la. Os semáforos abriam e fechavam, e nada de andar. Trânsito congestionado pilotando motos pesadas cansa muito.

Chegamos muito cansados ao hotel. Depois saímos pra jantar nas imediações e...  cama. O Ralf iria de manhã pegar a Fabiana no aeroporto.

Tomamos café da manhã os quatro e fomos pra estrada. O trânsito do mesmo jeito. Tudo congestionado.

Na estrada, finalmente andando, mas com muitos carros, o GPS do Ralf sugeriu um caminho alternativo à esquerda pra fugir do movimento da rodovia. Ele atravessou duas faixas e foi pra esquerda. Eu e Neto não conseguimos. Muitos carros à nossa esquerda, pouco tempo, poucos metros. Olhei no retrovisor, vi que não dava,  o Neto à frente, fiquei muito apreensivo pensando em ele tentar fazer a manobra. Simplesmente não dava. Alívio! Ele ficou firme e fomos pra frente. Agora só nós dois, sem GPS. Não havia retorno nem acostamento.

Alguns quilômetros depois, uma saída pra uma cidade. Entramos e paramos num estacionamento pra ver o que fazer. Torcendo pro telefone conectar Internet. O Neto mandou recado pelo WhatsApp dizendo que nos encontraríamos no hotel em San Bernardino.  Conectou o Waze, e lá fomos nós, na mesma rodovia em que estávamos. Agora com mais cuidado ainda, pois meu telefone estava sem serviço. A Tim me deixou na mão. Se nos perdêssemos eu ficaria à mercê de informações ou procurar um wifi pra me comunicar.

San Bernardino é uma cidade agradável, fundada em 1810. Em dezembro passado um casal de atiradores entrou num edifício e matou 14 pessoas.





Nos encontramos no hotel e, depois de um banho reconfortante, saímos todos a pé pra jantar. Comemos uma pizza típica, com massa bem grossa. Muita cerveja gelada.



Dia seguinte, Rota 66, deserto,  calor.

terça-feira, 5 de julho de 2016

17) SAN FRAN


Neto

Estive em San Francisco em 2012. Foi minha primeira viagem pra fora do Brasil e já me deparei com essa cidade. Cosmopolita, linda, f... paca.

Nesta nossa passagem de algumas horas, antes de atravessarmos a Golden Gate, subimos um morro de onde avistávamos toda a baía de San Francisco e a Golden Gate surgindo devagar no nevoeiro, que vagarosamente ia se dissipando. Não tinha feito isso na viagem anterior. Ficamos perplexos...

A cada mirante, uma surpresa magnífica. Contemplados pela beleza da Baía e da Golden,  descemos o morro, atravessamos a ponte e fomos direto a um bairro turístico de lá, o Fisherman's Wharf.




Havia um estacionamento pago,  a 24 dólares a hora. Na rua, vaga nem pra bicicleta. O Ralf,  na frente,  tirou a papeleta de estacionamento na máquina. Um funcionário apareceu, mandou eu e o meu pai voltarmos,  pegou o ticket do Ralf, mandou também voltar,  e disse que ali só  carros. Mas, gentilmente nos ofereceu lugares na entrada do estacionamento, sem ter que pagar. Melhor do que a encomenda.


Bagagem toda trancada nos alforjes das motos, mas carregar capacete na mão era muito ruim. Perguntei  pra outro funcionário do estacionamento se havia um lugar para guardar os capacetes. Ele disse que não, mas se ofereceu a guardar no carro dele. E guardou. 

Almoçamos e passeamos um pouco. Estávamos ansiosos pela estrada que nos esperava: o caminho para Santa Cruz, pela Costa do Pacífico. Santa Cruz é uma cidade típica de surfistas. Chegamos e não tinha vaga no hotel. Nesse dia aprendemos a reservar com antecedência. Hotéis estão cheios nessa época por aqui. Ao lado conseguimos um outro hotel e ficamos tranquilos. No outro dia, mais e mais Costa do Pacífico. Um colírio para nossos olhos...



sábado, 2 de julho de 2016

16) PÍLULAS



Ângelo Edval Roman

- Ao chegar a  bar ou restaurante,  tem que esperar um funcionário dizer onde é pra sentar. Não é como no Brasil. O cliente não pode ver mesa vazia e se sentar.


- Nas estradas por que passamos não há outdoors , postos de gasolina, restaurantes, borracheiros. Pra  abastecer, recorremos ao GPS. Só que pra andar na Rota 66 não dá pra contar com o GPS. Ele só considera as autopistas. Google Maps também. A menos que se coloque como ponto de chegada algum ponto da 66.

-  Nas paradas pra abastecimento, tomar água, banheiro há as lanchonetes tradicionais daqui. Temos comido muito hambúrguer e batata. Daí, contrario meu costume de não almoçar sanduíches nem tomar líquido às refeições e mando brasa. Resultado : barriguinha surgindo. Em compensação, jantares muito bons.

- Nos parques, nas ruas, tudo limpinho. Sem tocos de cigarro, papel amassado, lata de cerveja. Pelo menos onde estivemos.

- Não  vimos polícia rodoviária. Não há aviso de radar a tantos metros, como exige a lei brasileira. Aviso só de que a rodovia é monitorada por radar. Correu mais, leva multa alta. Se flagrar,  cadeia. No Brasil nem quem mata no trânsito vai preso. Carli e os Judiciário podre que o digam. No Brasil, respeitar a velocidade só perto de radar.
-No aeroporto de Miami a entrega de mala demorou uma hora e meia. Quem tem pouco tempo pra conexão pode perder o avião .

-No aeroporto fui pedir informação para um policial assim que peguei minha mala. Ele fez um gesto para eu me afastar e disse para falar com ele de longe. Nós, brasileiros, falamos próximos s uns dos outros, e costumamos até nos tocar no braço , nas costas. Me lembrei da Flora Davis em seu fabuloso livro Comunicação Não Verbal (livro que recomendo pra todos). Muitas culturas consideram ofensiva ou agressiva a aproximação de menos que 50 cm. Brasileiro é afetuoso, chega perto, gosta de beijinhos na face entre homens e mulheres. Queria ter mandado o policial pra pqp, mas, claro, preferi ficar quieto, perguntar o que queria e ir embora.

- Peguei de novo a Indian em San Francisco. Apesar do clima fresco, o assento esquentava muito. Não dava pra aguentar. Eu tinha que me apoiar nos pés pra me levantar um pouco, sentando na beirada do assento do garupa. 


. Numa parada, comentei isso com os companheiros. O Ralf lembrou que na Eagle um que estava devolvendo uma Indian comentou que ela tinha aquecimento nas manoplas e nos assentos. Os três fomos procurar no  computador de bordo. Achamos o aquecimento e regulagem de temperatura das manoplas. Assentos, nada. Continuamos a viagem, com o traseiro aquecendo. À noite,  no hotel,  baixei o manual da moto e achei! Eram dois interruptores localizados do lado esquerdo do assento, bem escondidos. Um estava no máximo. Desliguei, tudo ok. Eu devia ter ligado acidentalmente quando fui arrumar a bagagem. Estava preocupado porque dia 1 iríamos pegar o deserto da Rota 66. Com o aquecimento no traseiro ia ser difícil.

- Se não quiser andar na faixa lenta nas autopistas, você tem duas opções : correr na velocidade máxima, ou...  correr na velocidade máxima. Caminhões de dois eixos podem correr na mesma velocidade dos carros pequenos. Os de 3 ou mais podem ir a 88 km por hora.


- Andamos mais de 2 mil quilômetros e não vimos nenhum acidente.

- Há congestionamentos, dos grandes, em rodovias e em ruas. Daqueles de parar tudo.

- No Brasil ficamos sem conexão de internet e de operadora, dependendo do lugar em que estamos. Quando mais precisamos, nada! Pois é. Aqui nos EUA também. Ficamos na mão várias vezes.

15) YEAH! A PALAVRA MÁGICA





Os norte-americanos atendem muito bem, estão sempre alegres e brincalhões. Nas lojas, restaurantes, sempre solícitos. Até nas ruas. Te olham e fazem algum comentário sorrindo. Falam sobre a moto,  a cerveja,  etc. Como não entendo nada,  sorrio  e digo yeah! Hoje, no sinaleiro, um motorista parou do nosso lado e perguntou sobre nossa viagem. UAU! Disse ele. O Neto que respondia. Desejou-nos boa viagem e seguiu.Yeah!

Numa parada para comer e abastecer, outro, com a caminhonete estacionada ao lado das motos, tambem perguntou da viagem. UAU! Pediu pra ouvir o ronco das máquinas. Ficou de pé ao lado do carro, olhando, sorrindo, ouvindo o ronco das motos e abanou as duas mãos, bem alegre nos desejando boa sorte. Me limito a dizer Yeah!

Quando saí de Curitiba para a viagem, combinamos de eu não me preocupar com nada. Mas a responsabilidade me chama. O Neto e o Ralf traçam o destino à noite para o dia seguinte, em minutos, veem hotel, horário de chegada, etc. Daí, me perguntam o que acho. Eu faço um a análise profunda de cerca de três segundos e digo Yeah! Pronto, resolvido. De manhã, no café, os dois mudam os planos. Eu de novo, pra ver o que acho. Tenho que analisar profundamente de novo, agora em dois segundos. Yeah!
Não sei o que seria deles sem mim.


sexta-feira, 1 de julho de 2016

14) LAGUNITAS

Neto


Sport Bar em Petaluma 


Uns dias atrás, antes de iniciarmos a viagem, conversava com um amigo meu. Ele conhece muita coisa desta região, e sugeriu uma cidade para visitarmos: Petaluma.

Ela não estava no nosso roteiro a princípio, mas mudamos e decidimos ir até lá conhecê-la. Só pra sacar: antes de se chamar Petaluma, ela se chamava Lagunitas. Hoje, a principal cervejaria da região e uma das melhores da Califórnia se chama Lagunitas. 

Os 3, que gostam muito de uma boa cerveja, nem exitaram em tocar pra lá! Chegaríamos por volta das 16 horas, tomaríamos um banho e partiríamos pra cervejaria. Tudo certo! Mas não muito. A cervejaria fecha às segundas e terças. Chegamos na segunda e sairíamos terça. Já era...


As 3 aventureiras descansando



Saímos procurar outra coisa. Encontramos um sport bar. Muito bom! E lá pelo menos eles serviam a cerveja Lagunitas. Deu pra conhecer. 

Petaluma é uma cidade pequena muito agradável. Vale a pena visitar. Hotel bom, tudo perto, tudo a pé. 

No outro dia partiríamos para Santa Cruz. No meio do caminho, uma pérola: San Francisco...