Ângelo Edval Roman
Pegamos um congestionamento numa autoestrada (isso tem por lá também). De 10 km, segundo o Waze. Estávamos só eu e o Neto. O Ralf estava indo por outra estrada com a Fabiana.
Paramos atrás dos carros e ficamos esperando, andando alguns metros a cada pouco. Vimos que vários motociclistas não paravam. Iam em frente, passando entre os veículos. Isso era possível, já que os motoristas punham seus carros bem à esquerda da pista, permitindo passagem de moto sem invadir a outra pista. Metemos a cara e passamos rápido pelos 10 km. Quando algum carro estava dificultando nossa passagem, por iniciativa própria o motorista ia pra esquerda pra podermos passar. Fantástico!
Pegamos um congestionamento numa autoestrada (isso tem por lá também). De 10 km, segundo o Waze. Estávamos só eu e o Neto. O Ralf estava indo por outra estrada com a Fabiana.
Paramos atrás dos carros e ficamos esperando, andando alguns metros a cada pouco. Vimos que vários motociclistas não paravam. Iam em frente, passando entre os veículos. Isso era possível, já que os motoristas punham seus carros bem à esquerda da pista, permitindo passagem de moto sem invadir a outra pista. Metemos a cara e passamos rápido pelos 10 km. Quando algum carro estava dificultando nossa passagem, por iniciativa própria o motorista ia pra esquerda pra podermos passar. Fantástico!
Diferente daqui, em nossa viagem só passamos por um
pedágio na estrada em quase 4 mil quilômetros. No país líder do neoliberalismo,
as estradas por que passamos são públicas (ou são privatizadas e as empresas
bondosas deixam transitar de graça). E são estradas de qualidade. Não existem
buracos, as faixas são bem visíveis, boa sinalização. Só tivemos um pequeno
trecho da Rota 66 que não estava bom.
Não
existem postos de gasolina ou postos de polícia rodoviária nas rodovias. Pra abastecer, tem
que sair da estrada. Só numa, chegando em Las Vegas, que havia
abastecimento.
Várias
vezes utilizamos os postos da Chevron. Impossível não lembrar que essa empresa
é a possível futura dona do Pré-Sal, como lhe foi prometido.
No primeiro dia de viagem, em pleno deserto,
paramos no único posto existente depois de Las Vegas, 50 graus de calor. Não
era da Chevron. Ao lado, uma lanchonete e uma loja. Abastecemos na sombra.
Encheu o tanque, é preciso tirar a moto pra ir embora ou ir à lanchonete.
Estacionamento sem qualquer cobertura.
Estávamos querendo comer. Deixamos as motos derretendo no calor, esquentando os assentos e fomos forrar o estômago. Lá dentro, fresquinho com ar condicionado. Comemos bife com batatas e coca-cola. Aqui não tomo coca-cola, mas lá no deserto descia bem. Aliás, foi a melhor coca que tomei na vida. Tomar uma depois de quase 200 km de sol escaldante chega a ser prazeroso. Tínhamos água no porta-luvas, mas esquentava com pouco tempo na estrada.
Estávamos querendo comer. Deixamos as motos derretendo no calor, esquentando os assentos e fomos forrar o estômago. Lá dentro, fresquinho com ar condicionado. Comemos bife com batatas e coca-cola. Aqui não tomo coca-cola, mas lá no deserto descia bem. Aliás, foi a melhor coca que tomei na vida. Tomar uma depois de quase 200 km de sol escaldante chega a ser prazeroso. Tínhamos água no porta-luvas, mas esquentava com pouco tempo na estrada.
O nome do lugar é Alien Center, na Área 51, local de uma base militar de
testes das forças armadas dos EUA. Consta que é uma das bases mais avançadas do
mundo com laboratórios de pesquisa e um grande subterrâneo, onde funcionam as coisas. Fala-se até que lá existem naves alienígenas guardadas e um ET cativo. Proibido entrar! Interessante ler a respeito
na Wikipedia.











