Os norte-americanos
atendem muito bem, estão sempre alegres e brincalhões. Nas lojas, restaurantes,
sempre solícitos. Até nas ruas. Te olham e fazem algum comentário sorrindo. Falam
sobre a moto, a cerveja, etc. Como não entendo nada,
sorrio e digo yeah! Hoje, no sinaleiro, um motorista parou do nosso lado e
perguntou sobre nossa viagem. UAU! Disse ele. O Neto que respondia. Desejou-nos
boa viagem e seguiu.Yeah!
Numa parada para comer
e abastecer, outro, com a caminhonete estacionada ao lado das motos, tambem
perguntou da viagem. UAU! Pediu pra ouvir o ronco das máquinas. Ficou de pé ao
lado do carro, olhando, sorrindo, ouvindo o ronco das motos e abanou as duas mãos,
bem alegre nos desejando boa sorte. Me limito a dizer Yeah!
Quando saí de Curitiba
para a viagem, combinamos de eu não me preocupar com nada. Mas a
responsabilidade me chama. O Neto e o Ralf traçam o destino à noite para o dia
seguinte, em minutos, veem hotel, horário de chegada, etc. Daí, me perguntam o que
acho. Eu faço um a análise profunda de cerca de três segundos e digo Yeah!
Pronto, resolvido. De manhã, no café, os dois mudam os planos. Eu de novo, pra
ver o que acho. Tenho que analisar profundamente de novo, agora em dois
segundos. Yeah!
Não sei o que seria deles sem mim.

Kkkkkkk. Hoje tomamos uma decisão errada e lá se foram preciosos 40 minutos e mais de 80 km em uma estradinha estreita e só em curvas. Este foi o problema de não termos o Ângelo para verificar os detalhes.
ResponderExcluirAdorei esta do Yeah!
Abs
Carlos e Janaína