Um amigo me contou o caso de um cunhado dele que
foi para os EUA. Sentiu-se mal e teve que ser hospitalizado. O médico apenas
recomendou que ficasse internado, em observação, por 12 horas. Ficou, nada de
anormal. A não ser a conta: 25 mil dólares.
Ele tinha um seguro que cobria até 15 mil. Nos EUA
não há saúde pública. Obama está tentando, mas os Republicanos querem derrubar.
Só privada, e muito cara.
Em vista disso, pra nossa viagem, investimos em
seguro. Pra lá tem que ter no mínimo 100 mil dólares de cobertura.
A Mastercard e a Visa dão um seguro gratuito,
desde que as passagens tenham sido compradas integralmente com o cartão. É o
nosso caso, mas duas passagens foram compradas num só cartão. Daí, só o titular
tem direito.
Se se interessar pelo seguro, que é bom, cada um compre sua
passagem. Só não é preciso isso para esposa e filhos menores. O seguro é
extensivo a eles.
A AssistCard lançou uma campanha neste mês. Quem
compra um plano, ganha outro igual para uma pessoa indicada. Daí, pelo preço de
um, pegamos dois seguros.
Esse tipo de seguro cobre perda de bagagem, atraso
de voo, traslado médico, traslado de corpo, etc.
Fundamental fazer o seguro e torcer pra não ter
que usar.Principalmente o de traslado de corpo.

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