Ângelo Edval Roman
Los
Angeles talvez seja uma cidade bonita, mas as duas horas pra chegar ao hotel, a
menos de 20 km, parando muito e andando pouco, nos desanimou a sair pra
conhecê-la. Os semáforos abriam e fechavam, e nada de andar. Trânsito
congestionado pilotando motos pesadas cansa muito.
Chegamos
muito cansados ao hotel. Depois saímos pra jantar nas imediações e...
cama. O Ralf iria de manhã pegar a Fabiana no aeroporto.
Tomamos
café da manhã os quatro e fomos pra estrada. O trânsito do mesmo jeito. Tudo
congestionado.
Na
estrada, finalmente andando, mas com muitos carros, o GPS do Ralf sugeriu um
caminho alternativo à esquerda pra fugir do movimento da rodovia. Ele
atravessou duas faixas e foi pra esquerda. Eu e Neto não conseguimos. Muitos
carros à nossa esquerda, pouco tempo, poucos metros. Olhei no retrovisor, vi
que não dava, o Neto à frente, fiquei muito apreensivo pensando em ele
tentar fazer a manobra. Simplesmente não dava. Alívio! Ele ficou firme e fomos
pra frente. Agora só nós dois, sem GPS. Não havia retorno nem acostamento.
Alguns
quilômetros depois, uma saída pra uma cidade. Entramos e paramos num
estacionamento pra ver o que fazer. Torcendo pro telefone conectar Internet. O
Neto mandou recado pelo WhatsApp dizendo que nos encontraríamos no hotel em San
Bernardino. Conectou o Waze, e lá fomos nós, na mesma rodovia em que
estávamos. Agora com mais cuidado ainda, pois meu telefone estava sem serviço.
A Tim me deixou na mão. Se nos perdêssemos eu ficaria à mercê de informações ou
procurar um wifi pra me comunicar.
San
Bernardino é uma cidade agradável, fundada em 1810. Em dezembro passado um
casal de atiradores entrou num edifício e matou 14 pessoas.
Nos encontramos no hotel e, depois de
um banho reconfortante, saímos todos a pé pra jantar. Comemos uma pizza típica,
com massa bem grossa. Muita cerveja gelada.
Dia seguinte, Rota 66, deserto,
calor.



Não há coisa mais apropriada para dar dores lombares que congestionamento e perder-se em outro país.
ResponderExcluirÉ um o sufoco. Para esta nossa viagem compramos um GPS salvou-nos de poucas e boas.
Abs
Carlos